Poemas e prosas de Rita Costa e Andre L. Soares.
Últimos artigos
Paraíso
. [Hands ? Cocopuffdabest] . .. . PARAÍSO (André L. Soares) . Vida tranqüila se o amor ? armado de carinho e complacência ?, ataca com fervor a violência… e a aniquila. . . … . Pos (Ler mais)
Equilíbrio
[Rosec - BeyerTE] . . . . . . . . EQUILÍBRIO (André L. Soares) . Nem tudo é alegria, como nos contos de Lobato; nem é só pessimismo, tal afirmara Nietzsche. Nem tudo é igual, como sonhara Luthe (Ler mais)
Diáfano
.[Romance Of The Moon - Sil Enigma] . . DIÁFANO (Rita Costa) . Não é preciso que me demore. Basta um simples olhar furtivo para que eu veja nos teus olhos o fulgor das noites sedentas que o tempo no (Ler mais)
Sem Contrastes
.[Perfectly Balanced - Alfred Gockel] . . SEM CONTRASTES (André L. Soares) . Mais que a consciência negra, além da consciência branca;… quero a harmonia humana. . . . Favorite em: Posted in poe (Ler mais)
Sem Metáforas
[The Battle of Arcole Gate - Horace Vernet] . . SEM METÁFORAS (André L. Soares) . A gente pode prosseguir blefando ? ou não ? que o mal será curado com falsa democracia; que eleição e referendo são (Ler mais)
Versos Vertentes
[La Femme - James White] . VERSOS VERTENTES (Rita Costa) . O dia amanheceu cinzento. Fui lá fora ver a chuva. A água que descia lavando a rua ? precipitando a vida ? era torrencial,… transborda (Ler mais)
À Gaia
.[Pintura: 'Gaia' ? Cristiano Sirqueira] . . . À GAIA (André L. Soares) . Chão! Faça alguma coisa em prol desses teus filhos, traga uma dose de dor e de martírio a quem quer que explore essa pobre ge (Ler mais)
Alice
[Sleeping ? Victor Saio] . . ALICE (André L. Soares) . Alice, embebida de pureza, há poucas horas chegara ao planeta, ainda estava imune à maldade, quando as notícias velozes rasgaram-lhe as têmporas (Ler mais)
Ventura
[Bliss ? June Leeloo] . . VENTURA (Rita Costa) . Vi flores nascerem em pedras quando não mais descia a rua, levitando na sombra das nuvens, muito tempo após rodopiar entre borboletas. Outra vez me ve (Ler mais)
O Menino De Beirute
[Puerto del Mar II - Paul Brent] . . O MENINO DE BEIRUTE (André L. Soares) . Embora tivesse escolhido a felicidade a julgar pelos prédios em ruínas, a felicidade não o escolheu. Ainda assustado, gu (Ler mais)
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